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Ela se apaixonou pelo crime e virou lenda: a verdadeira história de Belle Starr, a "Rainha dos Bandidos" do Velho Oeste

Enquanto muitas mulheres do século XIX eram obrigadas a viver à sombra dos maridos e da rotina doméstica, Belle Starr escolheu um caminho radicalmente diferente — o do crime, do perigo e da liberdade selvagem das fronteiras americanas.

Nascida em 1848, no estado do Missouri, sob o nome de Myra Maybelle Shirley, ela veio de uma família de classe média, educada e religiosa. Mas o destino de Belle estava longe de ser pacato. Com o fim da Guerra Civil e a ascensão das gangues armadas no sul dos Estados Unidos, ela mergulhou num mundo onde a lei era frágil e o revólver falava mais alto.

Belle se casou com James Reed, um fora da lei envolvido em roubos e conflitos sangrentos. Após sua morte, ela não apenas continuou sua jornada pelo submundo do Velho Oeste, como também se aproximou de nomes lendários como Cole Younger e membros da gangue de Jesse James — embora não haja provas de que tenha tido um romance com Jesse, sua ligação com o universo dos criminosos era clara e profunda.

Mais do que apenas uma companheira de bandidos, Belle Starr se tornou ela própria uma figura temida e respeitada. Atuava no roubo de cavalos, no contrabando e em assaltos a diligências. Era mestre em escapar das autoridades e usava sua inteligência para manipular, esconder e sobreviver em um mundo brutalmente dominado por homens armados.

Mas como toda lenda do Velho Oeste, sua história teve um fim trágico e envolto em mistério. Em 1889, Belle foi ass*ssinada com um tiro nas costas. Até hoje, seu ass*ssino nunca foi identificado. Teria sido vingança? Um acerto de contas? Ou apenas o preço final de uma vida à margem da lei?

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