encontro fenomenal

O encontro entre dois mundos, arte e ciência
Quando Albert Einstein se encontrou com Charlie Chaplin in 1931, Einstein disse: 
“O que eu mais admiro na sua arte é a sua universalidade. Você não diz uma palavra (cinema mudo) e, ainda assim, o mundo todo te compreende.”
“É verdade - respondeu-lhe Chaplin - mas a sua fama é ainda maior, pois o mundo todo te admira tanto e ninguém entende nada do que você faz ou diz”!
O que estes gênios tinham em comum?
Eram apaixonados pelas mulheres.
Einstein envolvido com seus adultérios e paixões, e Chaplin pegando todas.
Porém, Chaplin tinha um agravante.
Além de sua luxúria, ele era assumidamente pedófilo. 
Ele não podia ver meninas e adolescentes por perto (especialmente nos ambientes de gravação) que já dava um jeito de forçá-las ao sexo, e nisso via uma espécie de orgulho masculino sobre a sua própria virilidade.
Talvez, naquela época, e sendo ele quem ele era, muita gente fez vista grossa e fez de conta que nada sabia. Mas hoje, tal conduta seria inaceitável e ele com certeza seria expurgado do meio.
E isso nos leva a refletir.
Um grande gênio ou grande astro nem sempre refletirá valores e virtudes morais.
E isso demonstra que um grande talento não implica em um grande caráter.
O que mais tem é psicopata talentoso e inteligente por ai.
Isso porque a inteligência vem do cérebro.
Mas o caráter vem da alma.
São setores distintos.
JP

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